São Paulo quer saber quem vazou vídeo de Belmonte, mas acordo livra atletas
O vídeo que circulou hoje mais cedo, com o diretor de futebol do São Paulo, Carlos Belmonte, pedindo desculpas a Abel Ferreira, não era para ter sido divulgado. É o que descobri conversando com fontes tricolores.
Houve um acordo para encerrar o assunto da briga do São Paulo com Abel Ferreira, técnico do Palmeiras. A previsão do departamento jurídico do clube, antes da homologação das sentenças, era que Calleri seria suspenso por quatro jogos porque havia o agravante dele estar suspenso e, logo, não poderia estar naquele local no Morumbis. Rafinha e Wellington Rato pegariam dois jogos cada, pela mesma previsão dos advogados do clube.
O presidente Julio Casares e diretor Fernando Chapecó deveriam receber apenas multas, e o Carlos Belmonte tinha uma previsão de 30 dias de suspensão no Paulistão. Ou seja, Belmonte e Calleri estariam fora da competição mesmo que o São Paulo chegasse até a final.
Diante disso, Belmonte fez um acordo e gravou um vídeo pedindo desculpas a Abel Ferreira. Pelo combinado, esse vídeo serve como atenuante para livrar os atletas das penas mais pesadas, liberando os jogadores para a fase final do campeonato. Com o acordo, o São Paulo terá de pagar multa, enquanto Belmonte ficará suspenso até o fim do Paulistão.
O problema é que o vídeo vazou na tarde de hoje. O São Paulo explica que a gravação foi entregue ao Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) e agora o clube quer entender como aconteceu o vazamento. O São Paulo ficou incomodado e se sentiu exposto.
*Colaborou Eder Traskini
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