Espelho, espelho meu...
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Existe, neste mundo, alguém mais perfeito do que eu?
O espelho mágico do futebol brasileiro daria um riso cínico e responderia: "Claro, muita gente."
A semana das incríveis escalas de arbitragem em que juízes preteridos em seu quintal são convidados a apitar em outras praças terminou com reclamações do presidente da Chapecoense: "Vamos ver se podemos mudar de federação."
Parece mais fácil mudar de federação do que mudar a federação. Só que a bravata também não é simples de se cumprir, porque mudar-se para o Rio Grande do Sul - - ou Uruguai - - implica recomeçar pela divisão mais baixa.
As finais estaduais escancaram a incompetência, mais de dirigentes do que de árbitros.. Embora Avai x Chapecoense tenha sido arbitrado pelo catarinense Gustavo Bauermann, o VAR estava com Wagner Reway, do Mato Grosso.
O gaúcho Rafael Rodrigo Klein apitou Ceará x Fortaleza e a primeira final foi conduzida pelo pernambucano Rodrigo José Pereira de Lima.
Apesar de Ceará apostar em árbitros do Rio Grande do Sul e Pernambuco, o Grenal foi apitado por Marcelo de Lima Henrique, da federação cearense.
Em Minas, Anderson Daronco apitou a semifinal Cruzeiro x Atlético e a finalíssima América x Atlético pelo capixaba Davi Lacerda.
Federação boa é a outra. Árbitro bão o que não rouba o seu time.
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