Maria Esther Bueno Cup volta a São Paulo
O torneio que reúne os jovens mais bem ranqueados do Brasil e dá um lugar na chave principal do Rio Open está de volta a São Paulo. Em sua quarta edição, a Maria Esther Bueno retorna ao clube onde foi disputada pela primeira vez, o Sociedade Harmonia de Tênis. O evento está marcado para acontecer de 5 a 10 de dezembro e terá entrada gratuita - com ingressos em quantidade limitada - não só para sócios, mas também para o público geral.
A MEB Cup é disputada tradicionalmente entre oito tenistas com até 24 anos (precisam ter até 24 anos completos no de 31 de dezembro deste ano). Eles são divididos em dois grupos com quatro atletas e jogam em formato round robin - todos contra todos, dentro de suas respectivas chaves). Os dois primeiros colocados avançam às semifinais. Além da vaga na chave principal para o campeão, a Maria Ester Bueno Cup dá ao vice-campeão um lugar no qualifying do ATP 500 carioca.
A ideia do evento, como sempre disse, é ótima: coloca a vaga em jogo em um torneio, com os atletas decidindo por mérito próprio (o que elimina a politicagem existente na disputa por wild cards em muitos torneios do circuito mundial).
"A Maria Esther Bueno Cup é um grande incentivo para a nova geração do tênis nacional competir por uma vaga em um ATP 500, na chave principal e no qualifying e muita vezes pode mudar carreiras. Além disso, é uma oportunidade de vermos os nossos novos destaques em uma única competição. Estamos animados com a oportunidade de realizar esse torneio no clube que a Maria Esther tanto frequentou", declarou Thomaz Costa, diretor da MEB Cup.
Coisas que eu acho que acho:
- Lembro que no primeiro ano do evento, a MEB Cup foi jogada no mesmo clube, e a entrada foi limitada a sócios. Critiquei duramente o evento aqui no Saque e Voleio. O torneio entendeu as críticas e mudou, abrindo o evento para não-sócios no ano seguinte. Será assim mais uma vez em este ano.
- Uma das características que fazem o Rio Open um evento muito melhor do que já foi, nove anos atrás, é esta: os organizadores leem as críticas, entendem que não são ataques gratuitos ou pessoais e trabalham para melhorar. No Brasil, há poucos promotores (e aspirantes a promotores) assim. É mais fácil atacar um jornalista e dizer que ele quer que um evento fracasse.
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1 comentário
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Fabricio
se eu estivesse em SP iria com certeza.... poderiam ter informado pra quem não esta em SP se sera transmitido no Youtube pelo menos... mas o nível do UOL caiu muito