Flu é goleado por 7 a 0 pelo Fla no Carioca pós-pandemia no quesito ataque
Se quiser vencer a Taça Rio sem ter de passar pelo sufoco dos pênaltis, o Fluminense terá de fazer contra o rival Flamengo tudo que não faz há exatos 273 minutos: gols.
Desde que Pacheco selou a vitória por 2 a 0 sobre o Vasco, o Flu não balança as redes adversárias. Em três jogos desde a retomada do Carioca, o Tricolor perdeu por 3 a 0 para o Volta Redonda, e somou empates sem gols contra Macaé e Botafogo.
De volta ao clube, o artilheiro Fred ainda está zerado e foi vetado pelo departamento médico. Sem o atacante, a tendência é que o jovem Evanilson receba uma oportunidade. Para ajudar na missão de furar o bloqueio rubro-negro, ele conta com a ajuda de Nenê.
"O Evanilson tem mais profundidade, velocidade e prefere essa bola na frente para tentar ganhar na corrida. O Fred é um cara mais de fazer o pivô e é perigoso nas bolas cruzadas. São dois jogadores diferentes e que podem nos ajudar em todos os jogos", analisou o meia tricolor.
Do outro lado do gramado do Maracanã, uma realidade bem diferente. Time conhecido por seu poderio ofensivo, o Flamengo marcou sete vezes em três partidas e não levou um gol sequer. Ante Bangu, Boavista e Volta Redonda, o Rubro-Negro colecionou chances perdidas e a conta poderia ter sido bem maior.
Campeão da Taça Guanabara, o Fla precisa de uma vitória para liquidar a fatura e deixar o Maracanã também com o troféu pelo bicampeonato carioca. Em 14 jogos contra os adversários do Rio, o atacante Bruno Henrique fez 12 vezes e espera seguir com a rotina para dar mais uma volta olímpica.
"Eles não fizeram gols ainda e tomara que não façam, pois ainda não sofremos desde a volta. No nosso ataque, a gente se movimenta bastante ali na frente. Eu, Gabriel, Everton, Arrascaeta e os jogadores que entram também. As possibilidades de todo mundo fazer gol são bem grandes", disse Bruno.
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