Cruzeiro vai ao STJD e tenta antecipar pena com jogos de portões fechados
O Cruzeiro tenta no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), por meio de liminar, começar a pagar a pena de cinco jogos com portões fechados que sofreu devido aos episódios de barbárie nas arquibancadas do Mineirão, cometidos por seus torcedores, em jogos do Campeonato Brasileiro de 2019, quando o clube foi rebaixado à Segunda Divisão. O pedido acontece dois dias depois de a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) autorizar a presença de 30% de público nos estádios da cidade. A solicitação da diretoria celeste foi encaminhada nesta quinta-feira (29) à mesa do presidente do tribunal desportivo nacional.
Apenas duas capitais do Brasil autorizaram o retorno do público aos estádios até então. Além de Belo Horizonte, Brasília foi outra cidade que já recebeu público no estádio Mané Garrincha, cumprindo protocolos sanitários ainda pela pandemia da covid-19. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda não liberou a presença de torcedores nos estádios para as competições nacionais. Por isso o pedido do Cruzeiro por meio do STJD.
A informação de que a Raposa tenta por meio judicial o início do pagamento de sua pena dos jogos com portões fechados foi antecipada pela Rádio 98 FM, de Belo Horizonte, e confirmada pelo UOL Esporte.
O Cruzeiro acumulou punições para atuar com portões fechados por incidentes ainda em 2019 em partidas contra o Atlético-MG, o CSA e o Palmeiras. No total foram cinco jogos de punição por cenas de violência nas arquibancadas, depredação do estádio, etc.
A diretoria do clube tenta antecipar o cumprimento dessa pena para que, quando a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) autorizar o retorno dos torcedores aos estádios, o clube já ter cumprido, total ou pelo menos parcialmente, sua punição. A expectativa é que a entidade que regula o esporte no país autorize a presença de torcedores nas partidas a partir de agosto.
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