Santos monitora situação e pode ter 'reforço caseiro' no meio-campo em 2023
O Santos pode ter um reforço "caseiro" para o meio-campo em 2023. Alison, um velho conhecido da torcida santista, está livre no mercado e trata de cirurgia no joelho no CT Rei Pelé.
O volante ficou muito próximo de ser contratado pelo Peixe em março, mas uma séria lesão ligamentar no joelho esquerdo impediu o acerto. Alison se contundiu justamente no que seria a despedida pelo Al-Hazem, da Arábia Saudita.
Sem receber salários no clube árabe, Alison rescindiu o contrato e está livre. A expectativa é de estar recuperado em janeiro para iniciar a pré-temporada no Santos ou em outro clube.
Alison faz o tratamento no CT Rei Pelé a convite do presidente Andres Rueda, porém, ainda não foi procurado para negociar um contrato. Pelo que o UOL Esporte apurou, o Santos monitora a situação e vê a contratação como "natural" se o meio-campista de 29 anos estiver bem.
A ideia do Santos era ter Rodrigo Fernández e Alison como "cães de guarda". Como Alison não voltou, o Peixe ficou só com Fernández. Vinicius Balieiro não empolga e Camacho tem características diferentes.
Mesmo sem saber se será de fato jogador do Santos em 2023, Alison participa do dia a dia do clube. Líder nato e capitão do Peixe no passado, ele orienta os mais novos e dá força para quem está em tratamento no departamento médico. A avaliação nos bastidores é que o meio-campista torna o ambiente mais leve.
Alison chegou ao Santos em 2011, ainda na base, e ficou praticamente 10 anos na Vila Belmiro. Antes do Al-Hazem, ele só havia atuado por empréstimo no Red Bull Brasil, em 2017. O "Pitbull", como é conhecido no Peixe, foi capitão na campanha do vice-campeonato da Libertadores da América 2020 e ficou conhecido pelo discurso dos 4%. Numa preleção, ele falou que a imprensa dava 4% de chance de título: "Quando a gente começou, a gente não tinha 4%. 4% é muito, rapaziada". A frase virou uma espécie de mantra entre os torcedores.
Típico Menino da Vila, Alison foi vendido pelo Santos ao Al-Hazem em agosto de 2021. O valor da transferência, que gira em torno dos 800 mil dólares (R$ 4,2 milhões na época), foi dividido em parcelas, mas apenas uma delas foi paga até o Peixe notificar a Fifa. O débito foi quitado e a situação contornada.
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