'Pedrinho Matador' escreveu livro e era comentarista de crimes no YouTube
Pedro Rodrigues Filho, conhecido como "Pedrinho Matador", iniciou sua carreira digital aos 64 anos, ao produzir conteúdos para o YouTube. Ele foi condenado pela morte de 71 pessoas, mas durante o período que ficou preso, admitiu que havia matado mais de 100, incluindo seu próprio pai. O serial killer foi assassinado a tiros na manhã hoje, aos 68 anos.
Em seu canal, que era mantido em parceria com um amigo, Pablo Silva, Pedrinho se dedicava a comentar crimes atuais e fazer análises de casos midiáticos, como o de Lázaro, conhecido como o "Serial Killer do DF".
Em entrevista à revista Agora, Pedro comentou o seu trabalho no YouTube: "São crimes que revoltam a gente, cheios de mentira, acabando com a felicidade de uma pessoa". Pedrinho foi solto em 2018 e declarou que queria poder "viver o seu restinho de vida em paz". "Não quero mais ser reconhecido por esse nome, deixa Pedrinho Matador pra lá... Quando as pessoas me chamam de 'seu Pedro' eu fico feliz da vida", declarou também à revista.
Pedro também ajudou a escrever livros e ganhou biografias, "Eu não sou um monstro", escrita por Iza Toledo, "Pedrinho Matador - A Biografia", de Pablo do Nascimento Silva", "Doze dias: A história do maior assassino em série", de Danísio Feitosa.
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