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Em nota oficial divulgada nesta quarta (12), o SBT negou que a Justiça tenha obrigado a emissora a fazer uma campanha anti "LGBTfobia" ou que haja alguma condenação contra a emissora ou Patrícia Abravanel (que já fez declarações equivocadas e preconceituosas sobre o assunto).
Porém, em nenhum momento foi publicado que o SBT foi "obrigado pela Justiça" a veicular a nota, ou que houve qualquer "condenação", e sim que foi feito um acordo entre a Associação Brasileira de Mulheres LBTIs (lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e intersexo), cuja advogada entrou com ação administrativa contra a emissora, como o site Universa, do UOL, publicou hoje.
Segundo o SBT, a campanha atualmente no ar é voluntária. Veja a íntegra da nota:
"O SBT esclarece que não é verdade que sua campanha sobre a importância de combater a LGBTfobia foi ordenada pela Justiça. Ao contrário do que está sendo divulgado, não existe condenação contra a emissora e nem à artista Patricia Abravanel.
É bom que fique claro que o SBT lançou essa campanha na TV e em todas as plataformas digitais com o intuito de conscientizar e transformar as pessoas. A emissora sempre teve o seu Comitê de Diversidade e Inclusão para tratar dessa e de outras temáticas ao longo dos anos.
Vale ressaltar ainda que, através da Universidade Corporativa e da plataforma SBT do Bem, o canal possuí um calendário anual de ações afirmativas em diversidade, inclusão e pertencimento. A iniciativa, inclusive, conta com o apoio da empresa um.a diversidade criativa, referência no mercado.
Ciente da gravidade e por se tratar de informações inverídicas, o SBT já tomou as devidas providências para esclarecer a situação e irá solicitar a retificação das publicações. Assessoria de Imprensa do SBT."
Ricardo Feltrin no Twitter, Facebook, Instagram e site Ooops
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