Nostalgia não salva "Resident Evil: Raccoon City" do fiasco; videoanálise
Apesar de carregar o nome da popular série "Resident Evil", "Operation Raccoon City" pode ser considerado uma das ovelhas negras da franquia.
No game, produzido pela Slant Six, são dignos de nota apenas a variedade de modos de jogo e a nostalgia de rever momentos dos episódios clássicos de "Resident Evil".
Para reviver essas situações o jogador precisa se esforçar e superar problemas na jogabilidade, passar por combates chatos, repetitivos e irritantes. Gráficos datados e erros de som completam o pacote.
O outro lado do conflito
Diferente dos demais games da série, "Resident Evil: Operation Raccoon City" aposta no tiroteio cooperativo, de uma forma bem próximo ao que foi visto em "Resident Evil: Outbreak".
Contando o outro lado da história, o jogador assume o papel de um dos agentes da Corporação Umbrella, retornando a cenários já vistos em "Resident Evil 2" e "RE 3" e realizando missões como apagar evidências das ações da Umbrella ou matar o policial Leon Kennedy - tudo isso ao mesmo tempo em que lidam com as forças policiais, militares e, é claro, os mortos-vivos que vagam pelas ruas da cidade..
Outra novidade está na mecânica que privilegia a ação em detrimento do horror de sobrevivência das versões anteriores. Com um sistema ágil de tiroteio e cobertura similar a de "Gears of War", o jogo tem tudo para emplacar nos modos cooperativos online.
"Resident Evil: Operation Raccoon City" já está disponível para PlayStation 3 e Xbox 360, mas terá também uma versão para PC, que chega em 18 de maio.
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