Abandone o pijama! Conheça 10 motivos para dormir sem roupa

Você já tentou dormir sem roupa? Além do conforto e da liberdade, optar por abandonar o pijama pode proporcionar alguns benefícios à saúde.

Em linhas gerais, pode ajudar a regular a temperatura do corpo, favorecendo um sono mais profundo e reparador. Também pode melhorar a circulação sanguínea, reduzir o risco de irritações na pele e até diminuir os níveis de estresse ao contribuir com a regulação hormonal.

A seguir, veja os detalhes de como essa escolha simples pode fazer a diferença para garantir noites mais tranquilas e promover melhorias no bem-estar geral.

1. Melhora a qualidade do sono

A regulação da temperatura corporal contribui para um descanso adequado. Dormir sem roupa facilita a manutenção da temperatura ideal do corpo, promovendo uma transição mais rápida para o sono profundo.

Sabe-se que manter a temperatura corporal mais baixa durante a noite contribui para um sono mais reparador e ciclos de sono mais eficientes.

2. Ajuda na circulação sanguínea

Dormir sem roupas pode beneficiar a circulação sanguínea, ao eliminar a pressão causada por roupas apertadas ou elásticas. Esse hábito favorece um fluxo sanguíneo mais livre e saudável durante a noite, sendo ainda mais vantajoso para pessoas com problemas circulatórios.

3. Faz bem para a pele

Abandonar o pijama à noite facilita a respiração da pele, o que reduz o acúmulo de umidade e calor, fatores que podem causar irritações e propiciar infecções. Além disso, um ambiente mais ventilado durante o sono pode contribuir para a renovação celular da pele.

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4. Contribui com a saúde íntima

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Imagem: iStock

Para as mulheres, dormir sem roupas íntimas pode contribuir para manter a região genital mais seca e arejada, diminuindo o risco de infecções, como a candidíase. Para os homens, a redução da temperatura na região testicular pode favorecer a qualidade do esperma.

5. Influencia o equilíbrio hormonal

Manter uma temperatura corporal mais baixa enquanto dorme ajuda na regulação hormonal, principalmente no controle do cortisol, o hormônio relacionado ao estresse. Níveis elevados de cortisol durante a noite podem prejudicar a qualidade do sono e afetar os processos de recuperação celular.

6. Aumenta a autoconfiança

Sentir-se confortável com o próprio corpo durante à noite pode melhorar a percepção corporal, ajudando na autoconfiança e bem-estar emocional. As práticas que melhoram a conexão com o corpo promovem a autoestima.

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7. Reduz a insônia

Dormir sem roupas pode ser uma estratégia eficaz para melhorar a insônia, pois ajuda a regular a temperatura corporal, criando um ambiente mais confortável para o descanso. Manter o corpo fresco durante a noite favorece um sono mais profundo e contínuo, além de reduzir o desconforto causado por roupas apertadas.

Embora essa prática possa ser benéfica para melhorar a qualidade do sono, é importante lembrar que a insônia pode ter diversas causas e, em alguns casos, precisa de tratamento e mudanças na rotina.

8. Melhora a qualidade da respiração

Ao dormir sem roupas, o corpo tem mais liberdade para se mover e respirar, o que melhora a oxigenação durante o sono. Para pessoas com dificuldades respiratórias, como apneia do sono leve, o aumento do conforto facilita a respiração e melhora a qualidade do descanso.

9. Alivia a pressão sobre músculos e articulações

Quem opta por dormir sem roupas permite que músculos e articulações tenham mais liberdade para relaxar naturalmente. A ausência de compressão ajuda a aliviar tensões acumuladas, promovendo maior conforto físico e facilitando o relaxamento durante a noite.

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10. Ajuda a adormecer mais rápido

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O hábito pode ajudar a adormecer mais rapidamente, pois a redução da temperatura corporal sinaliza ao organismo que é hora de descansar. Essa queda na temperatura facilita a transição para o sono, promovendo um adormecer mais rápido.

Fontes: Murilo Brasileiro, psiquiatra e médico do sono do Hospital das Clínicas da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco); Andrea Bacelar, neurologista, médica do sono e vice-presidente da Associação Brasileira do Sono do Rio de Janeiro; e Lívia Oliveira Elias, endocrinologista do Hospital São Camilo (SP).

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